domingo, 28 de agosto de 2016

HORÁRIO DE MISSAS


Paróquia São Vicente de Paulo, à Avenida Desembargador Moreira, 2211, no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza.

*Diariamente: 6h30 e 17h30
* De 3ª a 6ª: 11h30 e 19 horas
*Sábado: 6h30, 12 horas e 17h30
* Domingo: 6h30, 8h30, 11h30, 17h30 e 19h30

Comunidade Face de Cristo, à Rua Edmilson Barros de Oliveira, 191, no bairro Cocó, em Fortaleza

* De segunda à sexta-feira: 7 horas.
* Domingo: às 8 e 18h30

 Paróquia São João Eudes:

Na Igreja  Menino Deus, à Rua Jaime Leonel, s/n, no bairro Luciano Cavalcante

* Às 3ªs e 5ªs feiras, às 19 horas
* Domingo: às 7 e 19 horas.

Na Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, à rua Albert Sabin, s/n, no bairro Cocó/Guararapes.

* Às  4ªs feiras, às 18h30, novena de Nossa Senhor do Perpétuo Socorro, às 19 horas, missa e, às sextas-feiras, às 18h30, Adoração ao Santíssimo Sacramento e, logo em seguida, missa.
* Domingo: às 9, 17 e 19 horas.

Paróquia Nossa Senhora da Assunção (Santuário), no bairro Barra do Ceará

* De terça-feira a sábado, as 6 e 19horas.
*Domingo : às 7, 9, 17, 18h30 e 20horas.

Paróquia Nossa Senhora Aparecida, à Avenida Gomes de Matos, no bairro Montese.

*De 2ª à sexta-feiras, às 18h30, exceto nas terças-feiras.
*Domingo: às 7, 9,17 e 19 horas;*Nos dias 12, Missa em honra a Nossa Senhora Aparecida; dia 13, Nossa Senhora de Fátima, e dia19, Santo Expedito. E toda 1ª terça-feira do mês, Missa de Cura.

Paróquia do Coração de Jesus, no Centro de Fortaleza, na Praça do Coração de Jesus.

*Diariamente, de segunda-feira a domingo, às 7 horas.
* Domingo: às 7,8,30, 16 e 18 horas.

Paróquia de Cristo Rei, à Rua Nogueira Acioli, 263, na Aldeota.

De segunda-feira à sexta-feira, às 6h30 e às 17 horas
Sábado, às 6h30, 17 e 19 horas.
Domingo, 6h30, 9, 11, 17 e 19 horas
Últimas terças-feiras: “Noite da Misericórdia”. Observação: não há missa das 17 horas.
Dia 13 – Missa Mariana: às 12 horas, na Igreja Matriz e às 18 horas, na Praça Ceart.

Paróquia Nossa Senhora do Carmo, na Avenida Duque de Caxias, no Centro de Fortaleza

Domingo, às 8, 10, 17 e 18h30
Sábado, às 7h30, 17h30 e 17h30
De 3ª A 6ª feira, às 7h30 e 17 horas.     

Paróquia de Santa Luzia,  Rua Tenente Benévolo esquina com Rua Antônio Augusto

Diàriamente, às 17 horas
Sábado, às 17 e 19 horas.
Domingo, às 8, 10 (missa das crianças), 17 e 19 horas (missa dos jovens)
Todo dia 13 de cada mês, missa às 12 horas, em honra a Nossa Senhora de Fátima.

Paróquia de São Gonçalo do Amarante, a 57 quilômetros distante de Fortaleza

De terça-feira à sexta-feira, às 18 horas.
Domingo, às 19 horas.

Igreja Matriz de São José - Lagoa Redonda (Avenida Recreio, 1815)
- Sábado, 20 horas
- Domingo, 7 e 17h30

Capela de Santa Edwiges, Conjunto Curió Lagoa Redonda (Rua Isabel Ferreira, 1001)
- Domingo às 9 horas

Igreja dos Remédios – Benfica – na Avenida da Universidade
- Às segundas e quartas-feiras, às 6h30m.
- Às terças, quintas e sextas-feiras, às 17h30min.
- Aos sábados – 15h30min e 17 horas.
- Aos domingos, às 7, 17 e 19 horas.
- Domingos, ás 9horas, Missa com crianças (exceto no 1. domingo de cada mês, dia dos batizados)
- No primeiro sábado, missa pela saúde e todo o dia 13, às 12 horas, celebração em honra a Nossa Senhora. Mais informações pelo telefone (85) 3223.5644.

Envie-nos os horários de Missa de sua Paróquia ou Comunidade para o e-mailvaivém@secrel.com.br

EVANGELHO DO DIA


Lucas 14,1.7-14
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.Glória a vós, Senhor.1Aconteceu que, num dia de sábado, Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus. E eles o observavam. 7Jesus notou como os convidados escolhiam os primeiros lugares. Então contou-lhes uma parábola:8“Quando tu fores convidado para uma festa de casamento, não ocupes o primeiro lugar. Pode ser que tenha sido convidado alguém mais importante do que tu, 9e o dono da casa, que convidou os dois, venha te dizer: ‘Dá o lugar a ele’. Então tu ficarás envergonhado e irás ocupar o último lugar.10Mas, quando tu fores convidado, vai sentar-te no último lugar. Assim, quando chegar quem te convidou, te dirá: ‘Amigo, vem mais para cima’. E isto vai ser uma honra para ti diante de todos os convidados. 11Porque quem se eleva, será humilhado e quem se humilha, será elevado”.12E disse também a quem o tinha convidado: “Quando tu deres um almoço ou um jantar, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos. Pois estes poderiam também convidar-te e isto já seria a tua recompensa. 13Pelo contrário, quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos. 14Então tu serás feliz! Porque eles não te podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos”. Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE


28/08/2016 - XXII Domingo do tempo comum

 - 1ª. Leitura - Eclesiástico 3, 19-21.30-31 - “o homem inteligente”

“Na medida em que fores grande, deverás praticar a humildade e assim encontrarás graça diante do Senhor”! Este é o conselho do Livro do Eclesiástico! Às vezes, temos a impressão de que todas as pessoas que possuem bens e poder aqui na terra estão sujeitas a ser também, orgulhosas e cheias de soberba. No entanto, a leitura nos dá a receita para que, mesmo cheios de bens e poder aqui na terra, possamos ser também grandes diante de Deus: ser manso e humilde de coração. Isto significa que uma coisa não nos impede de viver a outra, pelo contrário, o homem que possui muitos bens, mas reconhece a sua dependência de Deus, pode exercer a humildade e encontrar graça diante do Senhor. O orgulho, a vaidade e o egoísmo estão enraizados em nós por causa do pecado, todavia, quando colocamos a nossa inteligência a serviço de Deus e refletimos nos Seus ensinamentos de ouvidos atentos, nós nos apossamos da Sua sabedoria e podemos praticar a mansidão, para assim, sermos amados mais do que um homem generoso. O homem manso tem um coração rendido a Deus, por isso, vale mais do que muitas ofertas feitas pelo homem prepotente. Ele é considerado por Deus um homem inteligente. Aos humildes e simples é que Deus revela os Seus mistérios, isto é, àqueles que não buscam coisas grandiosas e se encantam com as coisas simples da vida. Peçamos ao Senhor que nos dê um coração manso e humilde para que a nossa inteligência seja iluminada pelo Seu amor e alcancemos a sabedoria dos justos. – O que você entende por humildade? – Você é uma pessoa humilde, ou melhor, que reconhece seus limites e agradece ao Senhor pelas suas potencialidades?

Salmo 67 – “Com carinho preparastes uma mesa para o pobre!”

Quem tem um coração humilde se rejubila na presença do Senhor e exulta de alegria diante da Sua Majestade. O Senhor nos acolhe dentro do Seu coração e nos protege das intempéries do mundo. O órfão e a viúva, os deserdados, os prisioneiros, isto é, os que sofrem, mas confiam Nele recebem lá do alto uma chuva generosa de bênção. Todos nós que nos consideramos pequeninos, temos a esperança de um dia, sentar à mesa do Senhor para o Banquete que Ele nos preparou.


2ª. Leitura – Hebreus 12, 18-19 . 22-24 – “Jesus é o Mediador da Nova Aliança

A mensagem desta leitura nos enche de alegria e esperança, pois nos motiva a perceber que Deus não está longe de nós, muito pelo contrário, está muito perto e participa da nossa caminhada aqui na terra. Os antigos viram a Sua manifestação nos milagres e prodígios quando foram retirados da escravidão do Egito. Hoje, nós vemos a manifestação de Deus por meio da fé em Jesus Cristo que veio ao mundo nos retirar da escravidão do pecado e, assim, unir a terra ao céu nos revelando a face do Pai. Portanto, podemos perfeitamente contemplar a realidade espiritual que do céu se une a nós, na “reunião festiva de milhões de anjos e da assembleia dos primogênitos”. Todos nós deveríamos viver aqui na terra na perspectiva do céu tendo como meta e objetivo de vida alcançar a perfeição dos justos. Basta que tenhamos consciência de que Jesus é o Mediador da Nova Aliança que Deus fez com os homens e é Ele quem nos justifica diante do Pai. Mesmo sendo pecadores nós temos a graça da redenção por mérito de nosso Senhor Jesus Cristo, por isso, não devemos desanimar diante das nossas fraquezas, mas colocá-las diante do Pai cheio de misericórdia e de amor por todos aqueles (as) que Dele se aproximam, com espírito contrito. Não precisamos ouvir o som da trombeta e voz poderosa, basta somente que escutemos o nosso coração pulsando para perceber que é aí a morada do Deus vivo. O Senhor nos fala através dos nossos pensamentos, sentimentos e anseios. São palavras de amor, de consolo, de incentivo e de perdão. - Pare um pouco agora e perceba a voz de Deus que lhe fala através das batidas do seu coração.




Evangelho Lucas 14, 1.7-14 – “a recompensa dos justos”


Neste Evangelho Jesus usa o exemplo do convidado que escolhe o primeiro lugar na festa de um casamento para nos ensinar a viver a humildade em todas as situações da nossa vida. Quando nos colocamos na perspectiva da mentalidade do mundo achamos que é natural quem chegar primeiro ter direito aos primeiros lugares. No entanto, dentro da mentalidade evangélica, quando colocamos essa figuração em todas as conjunturas da nossa caminhada aqui na terra, nós percebemos que o querer sempre alcançar o primeiro lugar é uma disposição doentia da nossa humanidade atingida pelo pecado. Queremos o primeiro lugar na fila do banco, no estacionamento, no trânsito, assim como também almejamos auferir os maiores lucros, tirar o primeiro lugar no concurso, ser escolhido como o melhor, o “bamba”, ter o maior salário e, muitas vezes, não medimos esforços pra alcançar os nossos objetivos. Nem nos lembramos de que existe “o outro ou a outra” a quem devemos honrar, independentemente de quem seja, pois assim ensina a Palavra do Senhor. Se fizéssemos a experiência de sempre ceder o espaço a quem estiver perto de nós, com certeza, o nosso coração iria ficar gratificado com a alegria que pudéssemos estar proporcionando a alguém. O exercício da humildade, antes de ser um sinal de subserviência é uma prática evangélica que nos ensina a suportar, acolher, compreender, ajudar, e fazer tudo por amor a Deus. Precisamos tomar consciência de que não temos nenhum mérito em nos elevar a nós mesmos, em nos auto elogiar e enaltecer. Se agirmos assim, nunca seremos reconhecidos pelos outros, mas somente pelo nosso ego. Deus conhece as intenções do nosso coração quando nos aproximamos das pessoas, quando queremos ter amizade com elas, somente por interesse. Se quisermos agradar a Deus, precisamos convidar também aqueles de quem nada esperamos e não têm como nos retribuir a não ser com sua gratidão e oração. Aí sim, teremos a recompensa dos justos e seremos felizes. O assento na mesa da festa é apenas uma figura para nos fazer refletir sobre as atitudes que tomamos na festa da nossa vida. – Você gosta dos primeiros lugares? – Você pensa nos outros na hora de escolher o melhor lugar? – Você convida também para a sua casa as pessoas que não podem lhe retribuir.

Helena Serepa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho


REFLETINDO SOBRE O EVANGELHO


Lucas 14,1.7-14


VIGÉSIMO SEGUNDO DOMINGO DO TEMPO COMUM


O evangelho de hoje (Lucas 14,1. 7-14) chama nossa atenção para a busca de honra e a falta de humildade. Jesus conta uma parábola já bem conhecida: a do convidado que ocupa o primeiro lugar. Achou que tinha direito, por ser mais importante do que os outros. Não pensava que podia vir um convidado mais importante do que ele e o dono de casa lhe diria pedir que cedesse o seu lugar a esse convidado.
No meio dos seguidores de Jesus não há lugar para os mais importantes. Jesus diz que o maior deve ter uma atitude de serviço e não de procura de honra. Jesus ensinou essa verdade de modo muito realista, quando, tomando parte numa refeição em dia de sábado na casa dos dois chefes de fariseus, não perdeu a ocasião de doutrinar tanto mais que os fariseus o estavam observando com mal disfarçada astúcia. Reparou que muitos convivas tratavam de escolher os primeiros lugares. E, então, como quem está proclamando uma sentença de sabedoria, contou a parábola do convidado para uma festa de casamento.
Com esta parábola Jesus, evidentemente, não estava querendo dar uma aula de boas maneiras. Ele nos quer dizer que não pode haver espírito de competição, de ares de grandeza, de procura de benefícios ou de elogios. O que une os discípulos é a fé em Jesus Cristo, é o amor entre aqueles que se expressam na solidariedade e na gratuidade. Solidariedade e gratuidade vão além do círculo de discípulos, para incluir os que realmente precisam de tudo. Isto fica muito claro quando se convidam os pobres e indigentes para a festa. Eles não têm como retribuir. Eles não retribuirão na terra. Mas Deus não deixará de reconhecer essa generosidade no dia da ressurreição. E a menção de uma festa de núpcias leva o pensamento para as núpcias do reino messiânico, onde não entra à soberba, e onde o lugar mais alto será o dos que souberam guardar a humildade. Como Maria, cujo elogio foi sintetizado por Dante Alighieri nestas duas palavras postas nos lábios de São Bernardo, na Divina Comédia: “Mais alta e humilde que qualquer criatura” Ela que recebeu de Deus as graças mais sublimes e que merece ser louvada por todas as gerações. Ela soube reconhecer que tudo vem de Deus, e nela só existe a pequenez e a humildade. Assim ela nos ensinou também que a virtude da humildade não significa que não possamos reconhecer os dons que Deus nos tenha dado. O importante é saber que todo bem vem de Deus e que só a ele devemos dar toda, honra e louvor.
Cultivar a humildade é como cavar alicerces sobre os quais se vai construir o edifício – como ensinou Santo Agostinho – tanto mais fundos devem ser postos os alicerces. E, onde houver alguém muito notável pelas virtudes, pode-se ir ver e se irá encontrar um modelo notável de humildade. Cervantes escreveu: “a humildade é a base e o fundamento de todas as virtudes, e sem ela não há nenhum que o seja”. Isto é profundamente evangélico.
Que neste domingo, o senhor nos faça experimentar a alegria e a convivência fraterna sem dominação e nos ajude a assumir o serviço desinteressado e gratuito a todos os filhos e filhas de Deus.


Pe. Raimundo Neto
Pároco de São Vicente de Paulo

SANTO DO DIA - SANTO AGOSTINHO


Celebramos neste dia a memória do grande Bispo e Doutor da Igreja que nos enche de alegria, pois com a Graça de Deus tornou-se modelo de cristão para todos. Agostinho nasceu em Tagaste, no norte da África, em 354, filho de Patrício (convertido) e da cristã Santa Mônica, a qual rezou durante 33 anos para que o filho fosse de Deus.
Aconteceu que Agostinho era de grande capacidade intelectual, profundo, porém, preferiu saciar seu coração e procurar suas respostas existentes tanto nas paixões, como nas diversas correntes filosóficas, por isso tornou-se membro da seita dos maniqueus.
Com a morte do pai, Agostinho procurou se aprofundar nos estudos, principalmente na arte da retórica. Sendo assim, depois de passar em Roma, tornou-se professor em Milão, onde envolvido pela intercessão de Santa Mônica, acabou frequentando, por causa da oratória, os profundos e famosos Sermões de Santo Ambrósio. Até que por meio da Palavra anunciada, a Verdade começou a mudar sua vida.
O seu processo de conversão recebeu um “empurrão” quando, na luta contra os desejos da carne, acolheu o convite: “Toma e lê”, e assim encontrou na Palavra de Deus (Romanos 13, 13ss) a força para a decisão por Jesus:”…revesti-vos do Senhor Jesus Cristo…não vos abandoneis às preocupações da carne para lhe satisfazerdes as concupiscências”.
Santo Agostinho, que entrou no Céu com 76 anos de idade (no ano 430), converteu-se com 33 anos, quando foi catequizado e batizado por Santo Ambrósio. Depois de “perder” sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade. Isto, até ser ordenado Sacerdote e Bispo de Hipona, santo, sábio, apologista e fecundo filósofo e teólogo da Graça e da Verdade.
Santo Agostinho, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

sábado, 27 de agosto de 2016

VIDEO-MENSAGERM DO PAPA AO CONGRESSO DA MISERICÓRDIA EM BOGOTÁ: INTEGRA DO TEXTO



Cidade do Vaticano (RV) - A capital da Colômbia, Botogá, sedia a partir deste sábado, 27, até 30 de agosto, o Congresso da Misericórdia, que reúne as 22 Conferências Episcopais dos Países da América além dos Estados Unidos e Canadá.
O evento intitulado "Que um vento impetuoso de santidade acompanhe o Jubileu Extraordinário da Misericórdia em toda a América" é promovido pela Pontifícia Comissão para a América Latina (CAL) e pelo Conselho Episcopal das Igrejas Latino-americanas (CELAM).
Os trabalhos foram abertos com uma vídeo-mensagem do Papa Francisco. Eis a íntegra da mensagem, em espanhol:
 
"Celebro la iniciativa del CELAM y la CAL, en contacto con los episcopados de Estados Unidos y Canadá —me recuerda el Sínodo de América esto— de tener esta oportunidad de celebrar como Continente el Jubileo de la Misericordia. Me alegra saber que han podido participar todos los países de América. Frente a tantos intentos de fragmentación, de división y de enfrentar a nuestros pueblos, estas instancias nos ayudan a abrir horizontes y estrecharnos una y otra vez las manos; un gran signo que nos anima en la esperanza.
Para comenzar, me viene la palabra del apóstol Pablo a su discípulo predilecto:
«Doy gracias a nuestro Señor Jesucristo, porque me ha fortalecido y me ha considerado digno de confianza, llamándome a su servicio a pesar de mis blasfemias, persecuciones e insolencias anteriores. Pero fui tratado con misericordia, porque cuando no tenía fe, actuaba así por ignorancia. Y sobreabundó en mí la gracia de nuestro Señor, junto con la fe y el amor de Cristo Jesús. Es doctrina cierta y digna de fe que Jesucristo vino al mundo para salvar a los pecadores, y yo soy el peor de ellos. Si encontré misericordia, fue para que Jesucristo demostrará en mi toda su paciencia» (1 Tm, 1,12-16a).
Esto se lo dice a Timoteo en su Primera Carta, capítulo primero, versículos 12 al 16. Y al decírselo a él, lo quiere hacer con cada uno de nosotros. Palabras que son una invitación, yo diría una provocación. Palabras que quieren poner en movimiento a Timoteo y a todos los que a lo largo de la historia las irán escuchando. Son palabras ante las cuales no permanecemos indiferentes, por el contrario, ponen en marcha toda nuestra dinámica personal.
Y Pablo no anda con vueltas: Jesucristo vino al mundo para salvar a los pecadores, y él se cree el peor de ellos. Tiene una conciencia clara de quién es, no oculta su pasado e inclusive su presente. Pero esta descripción de sí mismo no la hace ni para victimizarse ni para justificarse, ni tampoco para gloriarse de su condición. Es el comienzo de la carta, ya en los versículos anteriores le ha avisado a Timoteo sobre «fabulas y genealogías interminables», sobre «vanas palabrerías», y advirtiendo que todas ellas terminan en «disputas», en peleas. El acento —podríamos pensar a primera vista— es su ser pecador, pero para que Timoteo, y con él cada uno de nosotros pueda ponerse en esa misma sintonía. Si usáramos términos futbolísticos podríamos decir: levanta un centro para que otro cabecee. Nos «pasa la pelota» para que podamos compartir su misma experiencia: a pesar de todos mis pecados «fui tratado con misericordia».
Tenemos la oportunidad de estar aquí, porque con Pablo podemos decir: fuimos tratados con misericordia. En medio de nuestros pecados, nuestros límites, nuestras miserias; en medio de nuestras múltiples caídas, Jesucristo nos vio, se acercó, nos dio su mano y nos trató con misericordia. ¿A quién? A mí, a vos, a vos, a vos, a todos. Cada uno de nosotros podrá hacer memoria, repasando todas las veces que el Señor lo vio, lo miró, se acercó y lo trató con misericordia. Todas las veces que el Señor volvió a confiar, volvió a apostar (cf. Ez 16). Y a mí me vuelve a la memoria el capítulo 16 de Ezequiel, ese no cansarse de apostar por cada uno de nosotros que tiene el Señor. Y eso es lo que Pablo llama doctrina segura —¡curioso!—, esto es doctrina segura: fuimos tratados con misericordia. Y es ese el centro de su carta a Timoteo. En este contexto jubilar, cuánto bien nos hace volver sobre esta verdad, repasar cómo el Señor a lo largo de nuestra vida se acercó y nos trató con misericordia, poner en el centro la memoria de nuestro pecado y no de nuestros supuestos aciertos, crecer en una conciencia humilde y no culposa de nuestra historia de distancias —la nuestra, no la ajena, no la de aquel que está al lado, menos la de nuestro pueblo— y volver a maravillarnos de la misericordia de Dios. Esa es palabra cierta, es doctrina segura y nunca palabrerío.
Hay una particularidad en el texto que quisiera compartir con ustedes. Pablo no dice «el Señor me habló o me dijo», «el Señor me hizo ver o aprender». Él dice: «Me trató con». Para Pablo, su relación con Jesús está sellada por la forma en que lo trató. Lejos de ser una idea, un deseo, una teoría —e inclusive una ideología—, la misericordia es una forma concreta de «tocar» la fragilidad, de vincularnos con los otros, de acercarnos entre nosotros. Es una forma concreta de encarar a las personas cuando están en la «mala». Es una acción que nos lleva a poner lo mejor de cada uno para que los demás se sientan tratados de tal forma que puedan sentir que en su vida todavía no se dijo la última palabra. Tratados de tal manera que el que se sentía aplastado por el peso de sus pecados, sienta el alivio de una nueva posibilidad. Lejos de ser una bella frase, es la acción concreta con la que Dios quiere relacionarse con sus hijos. Pablo utiliza aquí la voz pasiva —perdonen la pedantería de esta referencia un poco exquisita— y el tiempo aoristo —discúlpenme la traducción un poco referencial—, pero bien podría decirse «fui misericordiado». La pasiva lo deja a Pablo en situación de receptor de la acción de otro, él no hace nada más que dejarse misericordiar. El aoristo del original nos recuerda que en él esa experiencia aconteció en un momento puntual que recuerda, agradece, festeja.
El Dios de Pablo genera el movimiento que va del corazón a las manos, el movimiento de quien no tiene miedo a acercarse, que no tiene miedo a tocar, a acariciar; y esto sin escandalizarse ni condenar, sin descartar a nadie. Una acción que se hace carne en la vida de las personas.

Comprender y aceptar lo que Dios hace por nosotros —un Dios que no piensa, ama ni actúa movido por el miedo sino porque confía y espera nuestra transformación— quizás deba ser nuestro criterio hermenéutico, nuestro modo de operar: «Ve tú y actúa de la misma manera» (Lc 10,39). Nuestro modo de actuar con los demás nunca será, entonces, una acción basada en el miedo sino en la esperanza que él tiene en nuestra transformación. Y pregunto: ¿Esperanza de transformación o miedo? Una acción basada en el miedo lo único que consigue es separar, dividir, querer distinguir con precisión quirúrgica un lado del otro, construir falsas seguridades, por lo tanto, construir encierros. Una acción basada en la esperanza de transformación, en la conversión, impulsa, estimula, apunta al mañana, genera espacios de oportunidad, empuja. Una acción basada en el miedo, es una acción que pone el acento en la culpa, en el castigo, en el «te equivocaste». Una acción basada en la esperanza de transformación pone el acento en la confianza, en el aprender, en levantarse; en buscar siempre generar nuevas oportunidades. ¿Cuántas veces? 70 veces 7. Por eso, el trato de misericordia despierta siempre la creatividad. Pone el acento en el rostro de la persona, en su vida, en su historia, en su cotidianidad. No se casa con un modelo o con una receta, sino que posee la sana libertad de espíritu de buscar lo mejor para el otro, en la manera que esta persona pueda comprenderlo. Y esto pone en marcha todas nuestras capacidades, todos nuestros ingenios, esto nos hace salir de nuestros encierros. Nunca es vana palabrería —al decir de Pablo— que nos enreda en disputas interminables, la acción basada en la esperanza de transformación es una inteligencia inquieta que hace palpitar el corazón y le pone urgencia a nuestras manos. Palpitar el corazón y urgencia a nuestras manos. El camino que va del corazón a las manos.
Al ver actuar a Dios así, nos puede pasar lo mismo que al hijo mayor de la parábola del Padre Misericordioso: escandalizarnos por el trato que tiene el padre al ver a su hijo menor que vuelve. Escandalizarnos porque le abrió los brazos, porque lo trató con ternura, porque lo hizo vestirse con los mejores vestidos estando tan sucio. Escandalizarnos porque al verlo volver, lo besó e hizo fiesta. Escandalizarnos porque no lo castigó sino que lo trató como lo que era: hijo.
Nos empezamos a escandalizar —esto nos pasa a todos, es como el proceso, ¿no? — nos empezamos a escandalizar cuando aparece el alzheimer espiritual; cuando nos olvidamos cómo el Señor nos ha tratado, cuando comenzamos a juzgar y a dividir la sociedad. Nos invade una lógica separatista que sin darnos cuenta nos lleva a fracturar más nuestra realidad social y comunitaria. Fracturamos el presente construyendo «bandos». Está el bando de los buenos y el de los malos, el de los santos y el de los pecadores. Esta pérdida de memoria, nos va haciendo olvidar la realidad más rica que tenemos y la doctrina más clara a ser defendida. La realidad más rica y la doctrina más clara. Siendo nosotros pecadores, el Señor no dejó de tratarnos con misericordia. Pablo nunca dejó de recordar que él estuvo del otro lado, que fue elegido al último, como el fruto de un aborto. La misericordia no es una «teoría que esgrimir»: «¡ah!, ahora está de moda hablar de misericordia por este jubileo, y qué se yo, pues sigamos la moda». No, no es una teoría que esgrimir para que aplaudan nuestra condescendencia, sino que es una historia de pecado que recordar. ¿Cuál? La nuestra, la mía y la tuya. Y un amor que alabar. ¿Cuál? El de Dios, que me trató con misericordia.
Estamos insertos en una cultura fracturada, en una cultura que respira descarte. Una cultura viciada por la exclusión de todo lo que puede atentar contra los intereses de unos pocos. Una cultura que va dejando por el camino rostros de ancianos, de niños, de minorías étnicas que son vistas como amenaza. Una cultura que poco a poco promueve la comodidad de unos pocos en aumento del sufrimiento de muchos. Una cultura que no sabe acompañar a los jóvenes en sus sueños narcotizándolos con promesas de felicidades etéreas y esconde la memoria viva de sus mayores. Una cultura que ha desperdiciado la sabiduría de los pueblos indígenas y que no ha sabido cuidar la riqueza de sus tierras.
Todos nos damos cuenta, lo sabemos que vivimos en una sociedad herida, eso nadie lo duda. Vivimos en una sociedad que sangra y el costo de sus heridas normalmente lo terminan pagando los más indefensos. Pero es precisamente a esta sociedad, a esta cultura adonde el Señor nos envía. Nos envía e impulsa a llevar el bálsamo de «su» presencia. Nos envía con un solo programa: tratarnos con misericordia. Hacernos prójimos de esos miles de indefensos que caminan en nuestra amada tierra americana proponiendo un trato diferente. Un trato renovado, buscando que nuestra forma de vincularnos se inspire en la que Dios soñó, en la que él hizo. Un trato basado en el recuerdo de que todos provenimos de lugares errantes, como Abraham, y todos fuimos sacado de lugares de esclavitud, como el pueblo de Israel.
Sigue resonando en nosotros toda la experiencia vivida en Aparecida y en la invitación a renovar nuestro ser discípulos misioneros. Mucho hemos hablado sobre el discipulado, mucho nos hemos preguntado sobre cómo impulsar una catequesis del discipulado y misionera. Pablo nos da una clave interesante: el trato de misericordia. Nos recuerda que lo que lo convirtió a él en apóstol fue ese trato, esa forma cómo Dios se acercó a su vida: «Fui tratado con misericordia». Lo que lo hizo discípulo fue la confianza que Dios le dio a pesar de sus muchos pecados. Y eso nos recuerda que podemos tener los mejores planes, los mejores proyectos y teorías pensando nuestra realidad, pero si nos falta ese «trato de misericordia», nuestra pastoral quedará truncada a medio camino.
En esto se juega nuestra catequesis, nuestros seminarios —¿enseñamos a nuestros seminaristas este camino de tratar con misericordia?—, nuestra organización parroquial y nuestra pastoral. En esto se juega nuestra acción misionera, nuestros planes pastorales. En esto se juegan nuestras reuniones de presbiterios e inclusive nuestra forma de hacer teología: en aprender a tener un trato de misericordia, una forma de vincularnos que día a día tenemos que pedir —porque es una gracia—, que día a día somos invitados a aprender. Un trato de misericordia entre nosotros obispos, presbíteros, laicos. Somos en teoría «misioneros de la misericordia» y muchas veces sabemos más de «maltratos» que de un buen trato. Cuantas veces nos hemos olvidado en nuestros seminarios de impulsar, acompañar, estimular, una pedagogía de la misericordia, y que el corazón de la pastoral es el trato de misericordia. Pastores que sepan tratar y no maltratar. Por favor, se lo pido: Pastores que sepan tratar y no maltratar.
Hoy somos invitados especialmente a un trato de misericordia con el santo Pueblo fiel de Dios —que mucho sabe de ser misericordioso porque es memorioso—, con las personas que se acercan a nuestras comunidades, con sus heridas, dolores, llagas. A su vez, con la gente que no se acerca a nuestras comunidades y que anda herida por los caminos de la historia esperando recibir ese trato de misericordia. La misericordia se aprende en base a la experiencia —en nosotros primero—, como en Pablo: él ha mostrado toda su misericordia, él ha mostrado toda su misericordiosa paciencia. En base a sentir que Dios sigue confiando y nos sigue invitando a ser sus misioneros, que nos sigue enviando para que tratemos a nuestros hermanos de la misma forma con la que él nos trata, con la que él nos trató, y cada uno de nosotros conoce su historia, puede ir allí y hacer memoria. La misericordia se aprende, porque nuestro Padre nos sigue perdonando. Existe ya mucho sufrimiento en la vida de nuestros pueblos para que todavía le sumemos uno más o algunos más. Aprender a tratar con misericordia es aprender del Maestro a hacernos prójimos, sin miedo de aquellos que han sido descartados y que están «manchados» y marcados por el pecado. Aprender a dar la mano a aquel que está caído sin miedo a los comentarios. Todo trato que no sea misericordioso, por más justo que parezca, termina por convertirse en maltrato. El ingenio estará en potenciar los caminos de la esperanza, los que privilegian el buen trato y hacen brillar la misericordia.
Queridos hermanos, este encuentro no es un congreso, un meeting, un seminario o una conferencia. Este encuentro de todos es una celebración: fuimos invitados a celebrar el trato de Dios con cada uno de nosotros y con su Pueblo. Por eso, creo que es un buen momento para que digamos juntos: «Señor, me he dejado engañar, de mil maneras escapé de tu amor, pero aquí estoy, estoy otra vez para renovar mi alianza contigo. Te necesito. Rescátame de nuevo, Señor, acéptame una vez más entre tus brazos, esos brazos redentores» (Evangelii gaudium, 3).
Y agradezcamos, como Pablo a Timoteo, que Dios nos confíe repetir con su pueblo, los enormes gestos de misericordia que ha tenido y tiene con nosotros, y que este encuentro nos ayude a salir fortalecidos en la convicción de transmitir la dulce y confortadora alegría del Evangelio de la misericórdia”.(from Vatican Radio)
Fonte: Rádio Vaticano

PAPA AGRADECE AO BISPO DE VENTIMIGLIA SOLIDARIEDADE COM REFUGIADOS


Cidade do Vaticano (RV) – Em 26 de agosto, Solenidade de São Segundo, o Bispo da diocese italiana de Ventimiglia, Dom Antonio Suetta tornou pública a carta do Santo Padre endereçada a ele e à comunidade diocesana, onde expressa sua proximidade pela situação vivida pela numerosa presença de migrantes e refugiados que buscam uma nova esperança.
 
A mensagem do Papa é uma resposta à carta enviada pelo prelado, em que relatava a “difícil situação da cidade de Ventimiglia, pela presença de numerosos migrantes e refugiados que desejam atravessar a fronteira ítalo-francesa”.
O Papa demonstra sua proximidade “no afeto e na oração” ao Bispo, a toda a comunidade e a todos que trabalham “para ir de encontro às necessidades destas pessoas que fogem da guerra e da violência, em busca de esperança e de um futuro de paz”.
Francisco agradece na mensagem os esforços que a comunidade diocesana está empregando “com admirável caridade evangélica, colocando recursos humanos, logísticos e econômicos em apoio a estes nossos irmãos e irmãs que vivem um drama imenso”.
“Encorajo o senhor, os sacerdotes, as pessoas consagradas, os agentes de pastoral e as várias realidades eclesiais a prosseguirem no generoso empenho da acolhida e da solidariedade, para tornar-se sempre mais “Igreja em saída”, anunciadora do Evangelho da misericórdia e testemunha da esperança”.
Ao concluir, o Santo Padre assegura sua oração pelas necessidades da Igreja de Ventimiglia – San Remo, pede orações para si e concede a sua Bênção Apostólica. (JE)(from Vatican Radio)
Fonte: Rádio Vaticano

BEATIFICAÇÃO DE MAMA ANTULA: PROPAGADORA DOS EXERCÍCIOS INACIANOS



Santiago del Estero (RV) – O Cardeal Angelo Amato, Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, preside neste sábado (27/8), em nome do Papa, no Parque Aguirre de Santiago del Estero, ao norte da Argentina, a cerimônia de Beatificação de Maria Antonia de San José, conhecida como Mama Antula.
 
Em preparação prévia a esta Beatificação, a Igreja argentina promoveu algumas celebrações na Arquidiocese da capital, cujo ponto alto foi a Santa Missa de ação de graças por Mama Antula,  assim chamada pelos indígenas“ quechua”, presidida na catedral metropolitana pelo Cardeal-arcebispo de Buenos Aires, Dom Mario Aurelio Poli.
Esta Beatificação tem relação íntima com a Canonização do “Cura Gaucho”, José Gabriel Brochero, que será realizada no Vaticano no próximo dia 16 de outubro. De fato, a vida destes dois argentinos é marcada por um profundo espírito missionário e pela confiança nos exercícios espirituais, propostos por Santo Inácio de Loyola, como método de conversão e de encontro com Deus. Mama Antula é considerada “a pessoa que abriu o caminho missionário, depois percorrido pelo Padre Brochero.
Antula e Brochero
Mama Antula e o Cura Brochero são duas figuras que representam a dimensão missionária da Igreja. O Cura, representado sobre uma  mula, demonstra que a espiritualidade inaciana é baseada na ação. Mama Antula costumava dizer, sobre a sua missão, que exercia no mundo, que considerava lugar de graça: “Ide até aonde Deus não é conhecido”.
Com coragem e fé, - após a expulsão dos jesuítas das terras americanas pelo Rei da Espanha, - esta jovem mulher, de uma família rica de Santiago del Estero, se comprometeu em continuar a obra de evangelização e, sobretudo, a divulgar os exercícios espirituais inacianos.
Missão
Com o hábito preto dos Jesuítas, descalça e apenas com um crucifixo de madeira, junto com outras leigas, que como ela se consagraram a Deus, Mama Antula percorreu toda a região de Tucumán, hoje norte da Argentina, propagando os exercícios espirituais. Às vezes, era insultada, apedrejada, considerada “louca e bruxa” e acusada de ser “um jesuíta mascarado”. Mas Mama Antula continuou, com coragem e fé, a sua obra missionária.
Maria Antônia de Paz y Figueroa nasceu em Santiago del Estero, em 1730, e faleceu em 1779 na Casa de Exercícios Espirituais, que havia fundado em Buenos Aires.
Mensagem da Igreja
Em vista da Beatificação de Mama Antula, o Bispo de Cruz del Eje, publicou uma mensagem audiovisual, em nome dos Bispos argentinos, onde se lê:
"Com muita alegria estamos vivendo, na Igreja da Argentina, dois acontecimentos de muita importância: a Beatificação de Mama Antula e a próxima Canonização do Cura Brochero em Roma. Por isso, somos chamados a seguir o exemplo de santidade destas duas testemunhas do Evangelho, afim de anunciar "com entusiasmo a alegria a mensagem evangélica", e trabalhar pela “promoção da dignidade dos nossos irmãos, que fazem parte integrante e fundamental da Palavra de Jesus". (MT/EM)(from Vatican Radio)
Fonte: Rádio Vaticano

REGIÃO EPISCOPAL METROPOLITANA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO PROMOVE FORMAÇÃO PARA OS SEUS MINISTROS DA SAGRADA COMUNHÃO



A Região Nossa Senhora da Conceição promoveu, de 22 a 26 (ontem) de agosto, uma formação para 292  Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão das paróquias Nossa Senhora do Sagrado Coração, da Aerolândia; Nossa  Senhora da Glória, da Cidade dos  Funcionários; Nossa Senhora Mães dos Pobres, do bairro Tancredo Neves; São João Eudes, do Luciano Cavalcante; São José, do bairro Edson Queiroz, São Francisco de Assis, do Dias Macedo e São José do Passaré.

A programação foi iniciada, no dia 22, com uma pregação sobre a “Especificidade do Mesc na Liturgia",ministrada pelo padre Abimael,  vindo em seguida, no dia 23, Oficinas celebrativas sobre visitas a enfermos e exéquias (capacitação dúvidas, erros e acertos etc,ministradas pelo padre Wagner. No dia 24, o padre Élio ministrou uma palestra sobre Abordagem Psicoemocional da Pessoa na Melhor Idade. Já o Dr. Wagner, da Paróquia São João Eudes, falou sobre a Eucaristia – Alimento de Misericórdia, que foi tema do Congresso Eucarístico Nacional, realizado em Belém, na semana que passou. E, finalmente, ontem,  a programação foi concluída com o padre Ruy falando sobe os Fundamentos Bíblicos da Eucaristia.

NOVOS MINISTROS

No final da formação, os participantes do evento foram informados de que no dia 18 de dezembro, às 10 horas, na Paróquia Nossa Senhora do Sagrado Coração no bairro Aerolândia, serão investidos os novos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão, da Região Nossa Senhora da Conceição.

Afora a investidura dos novos Ministros Extraordinários  da Sagrada Comunhão, haverá no dia 6 de novembro de 2016, no Hotel Recanto Uirapuru, na avenida Alberto Craveiro, 2222, no bairro Dias Macedo, um retiro, promovido também pela Região Nossa Senhora da Conceição.

ENCONTRAM IMAGEM INTACTA DA VIRGEM MARIA APÓS DEVASTADOR TERREMOTO NA ITÁLIA


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ROMA, 26 Ago. 16 / 05:00 pm (ACI).- Depois do devastador terremoto do dia 24 de agosto que sacudiu o centro da Itália e deixou até agora mais de 267 mortos, 387 feridos e inúmeros danos materiais, uma imagem da Virgem Maria apareceu intacta.
Terremoto, la Madonna tra le macerie di Pescara del Tronto: intatta la statua della Vergine http://larep.it/2c6PSoN 



Entre tanta destruição causada pelo terremoto de 6,2 graus na escala do Richter, a imagem mariana foi encontrara entre os escombros de uma pequena capela na cidade de Pescara del Tronto, um dos locais mais afetados pelo sismo.
Segundo informou a mídia italiana, a imagem da Virgem se encontrava em um nicho de cristal a dois metros de altura em uma igreja da localidade de Pescara.
Apesar da violência do tremor, a imagem permaneceu livre de danos.
Encontrar esta imagem intacta se tornou em símbolo de esperança e de cuidado maternal da Virgem para muitos nestes momentos de dificuldade para o povo italiano.