sexta-feira, 23 de junho de 2017

EVANGELHO DO DIA


Mateus11,25-30

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.Glória a vós, Senhor. 25Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer: “Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. 26Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. 27Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.28Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. 30Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.— Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE


23/06/2017 - 6a. feira - Sagrado Coração de Jesus

1ª. Leitura – Deuteronômio 7, 6-11 – “ aliança com a santidade e o amor de Deus”

Deus nos resgatou da escravidão e quer mudar a nossa vida nos fazendo ser parte do Seu povo guardando conosco uma aliança de misericórdia. “Tu és um povo consagrado ao Senhor teu Deus!” Somos consagrados ao Senhor quando nos consideramos escolhidos (as), eleitos (as), preferidos (as), portanto amados. Fomos separados para um compromisso sagrado e o que é sagrado vem de Deus que é Santo, por isso, quando assumimos o compromisso com o sagrado nós fazemos uma aliança com a santidade e o amor de Deus. A misericórdia de Deus não tem limites, por conseguinte, é importante que nos consideremos povo de Deus, separados para a santidade, mesmo que sejamos os maiores pecadores. Dessa forma, então, teremos mil gerações de santos e de santas que vivem no temor de Deus e terão a sua vida vocacionada para o amor. Quando começamos a encarar a nossa vida na perspectiva de Deus nós começamos também a enxerga-la com outros olhos e descobrimos que, detrás do que é passageiro, existe o que é eterno, que não é visível aos nossos olhos, mas palpável ao nosso coração. O Senhor nos manda guardar os Seus mandamentos, leis e decretos, pondo em prática o amor que Dele recebemos. Não percamos tempo. Somos um povo consagrado ao Senhor Ele se afeiçoou a nós e nos escolheu. – Você se considera parte da geração dos que amam a Deus? – Você se avalia uma pessoa consagrada ao Senhor? – Você enxerga o que está por detrás do tempo presente?


Salmo 102 – “ O amor do Senhor Deus por quem o teme é de sempre e perdura para sempre”.


O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, portanto, quem teme a Deus é considerado um sábio, Quem é sábio aprende a respeitar a Deus e a Ele obedecer e bendizer em todos os tempos e a todo o momento. Não precisamos ter medo do mundo nem das pessoas porque o amor de Deus em nós perdura para sempre. O Seu amor é compassivo, paciente, bondoso, misericordioso, mas também, disciplinador, formador e exortador. O intuito de Deus para conosco é nos consolidar na caminhada para a justiça que é a santidade, desígnio do Senhor para nós.


2ª. Leitura – I João 4, 7-16 – “o amor de Deus se manifesta por meio de nós”

“Deus é amor; quem permanece no amor permanece com Deus, e Deus permanece com ele!” Deus nos ama e precisa de nós para espalhar o Seu amor no mundo. Por isso, São João, o discípulo amado nos orienta a descobrir se conhecemos a Deus, quando diz: “quem não ama não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor.” E, como vamos saber se amamos uns aos outros? Deus é quem nos ensina a amar e nos deu exemplo do verdadeiro amor quando enviou o Seu Filho Jesus para nos dar uma vida nova. Portanto, se permanecermos no amor de Deus conseguiremos também amar os nossos irmãos com o amor que vem de Deus. Esse amor far-nos-á também dar a vida em favor dos nossos irmãos. Dar a vida não significa, propriamente, entregar-nos para morrer, mas gastar o nosso tempo, utilizar os nossos dons, partilhar os nossos bens, compartilhar experiências, escutar, aconselhar, enfim, dar do que possuímos em benefício do próximo e por amor a Deus. Deus nos amou primeiro, então Ele é a fonte do verdadeiro amor. O coração de Jesus é cheio do amor do Pai e se expressa na nossa vida e no nosso ser por meio do Espírito Santo que dá testemunho desse amor. – Qual a diferença entre amar e gostar? – Você tem feito a experiência de amar com o amor de Deus? – Há alguma diferença de quando você ama com o seu amor humano? – Qual é?


Evangelho – Mateus 11, 25-30 – “rendidos ao amor do coração Jesus ”

Neste Evangelho Jesus louva ao Pai por revelar Sua sabedoria aos simples e pequeninos e não, aos “sábios” e “entendidos “. Simples e pequeninos aos olhos de Deus são todos aqueles (as) que não complicam as coisas espirituais e se deixam governar pela Sua voz. Portanto, todos nós somos pequeninos quando reconhecemos as nossas limitações e nos rendemos a Jesus o Filho de Deus que recebeu do Pai a instrução de nos conduzir segundo os Seus desígnios. Jesus e o Pai têm o entendimento perfeito das nossas necessidades e nos convidam a trocar o nosso fardo pesado pelo jugo suave e leve da doutrina do Seu amor. Muitas vezes, querendo ser fortes e seguros (as) em nós mesmos (as), insistimos em carregar a nossa carga sozinhos (as) para mostrar que temos força e capacidade. O resultado disso é a depressão ou outras doenças espirituais que terminam atingindo também o nosso físico. Para nos livrarmos destes males precisamos somente atender ao convite do Filho: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos e eu vos darei descanso.” Assim, rendidos ao Seu Amor, nos tornaríamos as criancinhas submissas de quem o Pai se agrada. – Você admite e reconhece quando o fardo está pesado? – A quem você recorre? – Você tem vergonha de demonstrar sua fraqueza? – Como você tem vivido ultimamente? – Você está cansado (a)? – Você aceita o jugo suave de Jesus? - Leia mais uma vez o convite de Jesus!

Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - SÃO JOSÉ CAFASSO


O santo de hoje nasceu em Castelnuovo d’Asti, na Itália, no ano de 1811, onde também nasceu o grande São João Bosco. José Cafasso, desde criança, sentiu-se chamado ao sacerdócio, que foi se tornando cada vez mais forte no decorrer de sua vida com Deus.
Assim, entrou para a formação sacerdotal e se tornou padre aos 23 anos, destacando-se no meio de tantos por seu amor aos pobres e zelo pela salvação das almas. Depois de comprovado e dedicado trabalho na Igreja de São Francisco em Turim, José assumiu, com toda sua bagagem de pregador, confessor e iluminado diretor espiritual, a função de reitor e formador de novos sacerdotes.
Dom Bosco foi um dos vocacionados que desfrutou das formações e aconselhamentos deste santo, pois como um sacerdote sintonizado ao coração do Cristo Pastor, sabia muito bem colocar sua cultura eclesiástica, dons e carismas a serviço da salvação do próximo.
Dentre tantos ofícios assumidos por este homem incansável, que foi para o Céu em 1860, despontou José Cafasso na evangelização dos condenados à forca, tanto assim que ficou conhecido como o “Santo da Forca”.
São José Cafasso, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

quinta-feira, 22 de junho de 2017

PAPA: UM PADRE DEVE TER PAIXÃO, DISCERNIMENTO E DENÚNCIA


Cidade do Vaticano (RV) – Um pastor deve ser apaixonado, deve saber discernir e deve saber também denunciar o mal. Foi o que disse o Papa Francisco na missa celebrada na manhã de hoje, quinta-feira (22/06), na Casa Santa Marta.
Em sua homilia, o Pontífice se inspirou na Primeira Leitura, extraída da Carta de São Paulo aos Coríntios, para falar de três características de um pastor.
A primeira qualidade, indicou ele, é ser um pastor “apaixonado”, a ponto de dizer à sua gente, ao seu povo: ‘Sinto por vós um amor ciumento semelhante ao amor divino”. É “divinamente ciumento”, comentou o Papa.
Uma paixão, portanto, que se torna quase “loucura”, “insensatez” pelo seu povo. “E isso – acrescentou – é aquela característica que nós chamamos de zelo apostólico: não se pode ser um verdadeiro pastor sem este fogo por dentro”. Já a segunda característica do sacerdote é “um homem que sabe discernir”:
“Sabe que na vida tem a sedução. O pai da mentira é um sedutor. O pastor, não. O pastor ama. Ama. Ao invés, a serpente, o pai da mentira, é um sedutor. É um sedutor que tenta afastar da fidelidade, porque aquele ciúme divino de Paulo era para levar o povo a um único esposo, para manter o povo na fidelidade ao seu esposo. Na história da salvação, nas Escrituras muitas vezes encontramos o afastamento de Deus, as infidelidades ao Senhor, a idolatria, como se fossem uma infidelidade matrimonial”.
A segunda característica, portanto, é que saiba discernir: “discernir onde existem perigos, onde estão as graças… onde está a verdadeira estrada”. Isso “significa que o pastor sempre acompanha as ovelhas: momentos belos e também nos momentos difíceis, inclusive nos momentos da sedução, com a paciência os leva ao redil”. Já a terceira característica é a “capacidade de denunciar”:
“Um apóstolo não pode ser um ingênuo: ‘Ah, está tudo bem, vamos para frente, ok?, está tudo bem … Façamos uma festa, todos … tudo se pode …’. Porque há a fidelidade ao único esposo, a Jesus Cristo, a defender. E ele sabe condenar: aquela concretude, dizer ‘isso não’, como os pais dizem ao filho quando começa a engatinhar e vai na tomada para colocar o dedo: ‘Não, isso não! É perigoso!’. Mas me veem à mente tantas vezes aquele ‘tuca nen’ (não toque em nada) que os meus pais e avós me diziam naqueles momentos em que havia um perigo”.
O Bom Pastor – disse ainda o Papa – sabe denunciar, "com nome e sobrenome”, como fazia São Paulo. Francisco então recordou sua recente visita às cidades italianas de Bozzolo e Barbiana, aos túmulos dos sacerdotes Pe. Milani e Pe. Mazzolari. De modo especial, recordou o que dizia Pe. Milani quando ensinava os jovens:
“I care. Mas o que significa? Explicaram-me que, com isso, ele queria dizer ‘eu me importo’. [Pe. Milani] ensina que as coisas deveriam ser levadas a sério, contra o slogan daquele tempo que [era] ‘eu não me importo’, mas disse em outra linguagem, que eu não ouso dizer aqui. E assim ensinava os jovens a irem avante. Cuide: cuide de sua vida e 'isso não'!’”
Portanto, saber denunciar “o que vai contra a sua vida”. E muitas vezes, disse, “perdemos esta capacidade de condenar e queremos levar avante as ovelhas um pouco com aquela ‘bondade’ que não é ingênua”, mas faz mal. Aquela “bondade” para atrair a admiração ou o amor dos fiéis "deixando que façam”.
Resumindo: “O zelo apostólico de Paulo, apaixonado, zeloso, é a primeira característica. O homem que sabe discernir porque conhece a sedução e sabe que o diabo seduz é a segunda característica. E um homem com capacidade de condenar as coisas que fazem mal às suas ovelhas é a terceira caraterística”. O Papa então concluiu com uma oração “por todos os pastores da Igreja, para que São Paulo interceda diante do Senhor, para que todos nós pastores possamos ter essas três característica para servir o Senhor”.

Fonte: Rádio Vaticano

JOÃO BATISTA, O GLORIOSO





Padre Geovane Saraiva*
João Batista preparou o povo para o início da missão pública de Jesus, dizendo, com todas as letras, que ele mesmo caminharia à frente do Cristo Jesus, anunciando que os sinais dos tempos chegariam e as promessas anunciadas por Zacarias estavam para se realizar. O seu vibrante convite foi o de acordar o povo do sono, muitas vezes profundo, para reconhecer o Salvador como o Sol que veio nos visitar; que temos que colocar na mente e no coração o nascimento do precursor, indicando-nos o caminho da solidariedade e da justiça, rumo à Cidade Santa, que é obra de Deus e das pessoas de boa vontade que aceitam o Seu projeto por João Batista anunciado.
O nascimento do maior de todos os profetas quer mostrar ao nosso mundo que não podemos nos cansar de dizer que a salvação chegou para todos e que a proclamação da verdade e da justiça indica tempos novos para a humanidade e assegura-lhe aquele futuro tão esperado. O filho do sacerdote Zacarias e de Isabel é também conhecido como aquele que mostrou o Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado mundo. Ele, grandioso aos olhos de Deus, não exerceu função sacerdotal, a exemplo de seu pai Zacarias, mas se tornou conhecido de todos por suas pregações e por seu convite à penitência, no bom desempenho das funções que Deus lhe confiou, anunciando um batismo de penitência para o perdão dos pecados.
Inspirados na figura de São João Batista, que possamos olhar o mundo, conscientes das marcas de profundas desigualdades sociais e econômicas, sem esquecer a dor e o gemido da realidade ecológica. Seu grande trunfo consistiu no anúncio da vinda do Salvador da humanidade. Sua vocação profética, desde o ventre materno, reveste-se de algo extraordinário, repleta de júbilo messiânico, ao preparar um ambiente favorável ao nascimento do Salvador da humanidade. Vida misteriosa, de tão bela, excelsa e maravilhosa, não podemos jamais esquecer o precursor. Numa jubilosa gratidão ao nosso Deus infinitamente bom, estejamos alegremente pasmados, pelo nascimento do glorioso São João Batista


*Pároco de Santo Afonso, Jornalista, Vice-Presidente da Previdência Sacerdotal, integra a  Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza – geovanesaraiva@gmail.com

EVANGELHO DO DIA


Mateus 6,7-15

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.  Glória a vós, Senhor.Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7”Quando orardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. 8Não sejais como eles, pois vosso Pai sabe do que precisais, muito antes que vós o peçais. 9Vós deveis rezar assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus. 11O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. 12Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. 13E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.14De fato, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará. 15Mas, se vós não perdoardes aos homens, vosso Pai também não perdoará as faltas que vós cometestes”.— Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE


22/06/2017 - 5ª-feira da 11ª Semana Tempo Comum

2 Coríntios 11, 1-11 – “Que sejamos fiéis evangelizadores”

Apesar de não pertencer ao grupo dos doze apóstolos, São Paulo tinha consciência de que recebera de Jesus um chamado para ser apóstolo dos gentios, isto é, daqueles que sem serem judeus aderiram ao cristianismo. Por isso mesmo, ele continuava fiel ao seu chamado e apesar de suas limitações, dava um verdadeiro testemunho de constância e de amor à causa de Cristo. Desabafando com os seus seguidores sobre o seu temor em relação à sua fidelidade, São Paulo, com verdadeira sinceridade, proclama o seu amor ciumento, comparável ao amor de Deus. Assim, portanto, ele pregava o Evangelho de Cristo com tanto amor e zelo que se enciumava quando percebia que aqueles a quem havia convertido se desviassem e seguissem a outros pregadores. Com efeito, Paulo comparava o ciúme que ele tinha dos seus seguidores ao ciúme do amor de Deus por cada um de nós. O amor de Deus por nós é ciumento e Ele não quer ser trocado pelos ídolos do mundo. Motivados pelo exemplo de São Paulo nós também podemos assumir o papel de um (a) real evangelizador (a), sendo fiel e firmemente fundamentado (a) na Palavra, a ponto de ter a certeza de que a verdade de Cristo mora em nós. Se assim não fizermos, as pessoas a quem atraímos se afastam, não de nós, mas de Cristo, por causa do nosso contra testemunho. Que sejamos fiéis evangelizadores vivenciando, na prática, as obras de simplicidade e pureza que aprendemos com Jesus! – Você tem zelo pelo Evangelho? – Você tem tido cuidado em dar testemunho de verdadeiro amor à causa de Cristo? - Você tem evangelizado a sua família e em sua casa?

Salmo 110 – “Vossas obras, ó Senhor, são verdade e são justiça.”
É desejo do coração de todo ser criado admirar as obras do seu Criador, por isso, nós temos a necessidade de louvar e glorificar a Deus contemplando a grandeza das Suas maravilhas. As obras do Senhor são verdade e justiça e merecem de nós todo o amor e admiração. Nós contemplamos as obras de Deus, quando percebemos dentro do nosso coração as mudanças e as transformações que a Sua Palavra faz acontecer em nós.

Evangelho - Mateus 6, 7-15 – “ A oração que agrada ao Pai”
Neste Evangelho Jesus nos ensina a oração perfeita que agrada ao Pai, com simplicidade e pureza de coração. Na maioria das vezes, nós nos confundimos e queremos que a nossa prece seja ouvida por Deus em vista das nossas palavras bonitas e eloquentes. Por isso, Jesus nos motiva a sermos objetivos no nosso relacionamento com o Pai usando a Sua Palavra como argumento, reconhecendo que Deus é Pai e, consequentemente, conhece as nossas reais necessidades. Leva-nos, portanto, a louvar a Santidade do Seu Nome, e a nos comprometer com a edificação do Seu reino, aqui na terra como no céu. Jesus nos convida a pedir ao Pai o pão para prover as nossas carências a cada dia da nossa vida. O pão que alimenta o nosso corpo, mas também, o pão que nutre a nossa alma, o pão da Palavra, o pão da Eucaristia, o pão da Oração que nos fortalecem e nos exercitam para que possamos receber e oferecer o pão do perdão. Perdão de Deus para nós e o nosso perdão aos homens, nossos irmãos, porque somos filhos do mesmo Pai. No
final, Jesus nos educa a pedir pela nossa maior necessidade em todos os dias: não cair em tentação do pecado e nos livrar do mal que é o demônio, inimigo de Deus. Se rezarmos a oração do Pai Nosso com convicção no que estamos proclamando, com certeza, a nossa vida será um autêntico testemunho de santidade. Portanto, a oração do Pai Nosso é a oração que mais agrada a Deus, quando é vivenciada por nós. – Você já experimentou rezar o Pai Nosso “do jeito” que Jesus nos ensinou? – Experimente fazê-lo, hoje, meditando em cada palavra e juntando a palavra à sua ação. – Você deseja o perdão de Deus? – Você perdoa também a quem o (a) ofendeu?

SANTO DO DIA - SANTOS JOÃO FISCHER E TOMÁS MORE


João Fischer era inglês, chamado por Deus à vida sacerdotal. Fez uma linda caminhada acadêmica até chegar a ser Arcebispo de Rochester.
Foi um homem de grande influência intelectual, cultural e religiosa a partir do seu testemunho. Ele não se vendia: diante do contexto das confusões da Reforma ele já havia se declarado contra. Também escreveu e defendeu a fé católica.
Henrique VIII, por causa de um envolvimento com uma amante, quis que a Igreja declarasse nulo seu casamento. Mas, ao ser analisado pelo Bispo de Rochester, viu-se que não era o caso. Mas com insistência e imposição, Henrique VIII se “auto-declarou” chefe da Igreja da Inglaterra.
Em meio às confusões religiosas e políticas, o testemunho de Fischer indicou a verdade, que nem sempre é acolhida. O Papa já havia escolhido ele para Cardeal, mas Henrique VIII o condenou à morte. E ao ser apresentado para o martírio, São João Fischer deixou claro que era pela fé da Igreja Católica e de Cristo que ele estava ali. E seu sangue foi derramado em 1535.
No mesmo ano, Tomás More, pai de família e de grande influência no meio universitário, era chanceler do rei, mas não se vendeu diante do ato de supremacia de Henrique VIII. Também foi martirizado. Era leal ao rei, mas acima de tudo a Deus. Em 1535 Tomás More foi decapitado. Em meio às confusões, o testemunho faz a diferença.
Santos João Fischer e Tomás More, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

quarta-feira, 21 de junho de 2017

CONSELHO PERMANENTE DA CNBB APROVA MUDANÇA DE LUGAR PARA ENTREGA DOS PRÊMIOS DE COMUNICAÇÃO


Dom Darci José Nicioli, arcebispo de Diamantina (MG), presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB apresentou uma proposta relacionada à entrega dos Prêmios de Comunicação da Conferência ao plenário do Conselho Permanente da entidade reunido em Brasília, nesta terça-feira, 20 de junho. Ele propõe que se mude a ocasião da entrega dos prêmios que nos últimos anos tem sido durante as assembleia gerais (AG), em Aparecida, passe a ser entregue no local onde se realiza os grandes encontros bienais de comunicadores da Igreja, isto é, alternadamente, no Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom) e no Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação.
A motivação principal para a mudança de ocasião, segundo dom Darci, quer responder ao apelo dos bispos de se evitar a sobrecarga da pauta na assembleia e voltar a premiação para os eventos de comunicação de modo a valorizar a importância do evento. Um membro do Conselho lembrou que já houve uma itinerância da entrega dos Prêmios em vários eventos promovidos pela CNBB.
Ressaltou-se, também, a importância de que os Prêmios conservem o princípio de serem um canal de diálogo da CNBB com a sociedade. A este propósito, a Comissão informa que a última cerimônia de entrega teve a participação ampla de pessoas e trabalhos que não são da vida interna da Igreja: 5 representantes importantes do mundo do cinema estiveram na Cúria da Arquidiocese do Rio de Janeiro; o prêmio de imprensa foi dado a uma reportagem marcante sobre conflitos de terra produzida por um grande jornal do País; o prêmio de internet contemplou leigos (não religiosos) que trabalham com moradores de rua de São Paulo; e um site jornalístico não religioso de Brasília que aposta em uma perspectiva diferenciada da notícia, a boa notícia.
Os membros do Conselho Permanente aprovaram, em caráter de experiência, as propostas apresentadas pela Comissão de Comunicação sobre os prêmios. Para a edição de 2018, dom Darci anunciou que será feita também uma nova modalidade no sentido de favorecer a divulgação e a mobilização de toda a Igreja no Brasil. Será feita uma votação, pela internet, para a escolha de uma Menção Honrosa para cada prêmio – que é, pelo Estatuto dos Prêmios, uma atribuição da Comissão – com participação de mais pessoas. “Será uma bela experiência de maior participação por parte das bases das comunidades que vão ajudar os bispos na escolha dos melhores trabalhos de comunicação produzidos em todo o Brasil”, concluiu o presidente da Comissão de Comunicação.


Fonte: CNBB

MISSA PARA PADRE ÂNGELO CUSTÓDIO, UM SERVO DE DEUS



O pároco de Redenção Ce, Padre Francisco das Chagas Rodrigues celebra nesta quinta-feira (22), às 19 horas, na Capela de Santa Rita, Missa na intenção do Padre Ângelo Alves de Castro (Padre Ângelo Custódio), que vive no Reino de Deus há 155 anos e pelas vítimas de epidemias, a citar Cólera Mórbus, epidemia que fez milhares de vítimas no Ceará, entre elas o virtuosíssimo Padre Ângelo que era vigário de Redenção na época. Em Redenção foram 50 (cinquenta), o número de mortos.
A Capela de Santa Rita fica no pé da serra ao lado da Capela de São Miguel, Mausoléu do Padre Ângelo Custódio. Todos são convidados para esse momento de Fé e Orações!
Por Luzienne Souza
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IGREJA EM PORTUGAL PROMOVE CAMPANHA EM PROL DAS VÍTIMAS DOS INCÊNDIOS



FATIMA, 21 Jun. 17 / 01:00 pm (ACI).- No dia 2 de julho, a Igreja em Portugal irá promover um dia de oração de coleta de doações para os atingidos pelos incêndios do último fim de semana.
O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 21, pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), reunida em Fátima nas Jornadas Pastorais e em Assembleia Plenária extraordinária.
Em um comunicado, a CEP pede “a todas as comunidades cristãs e a quem deseje associar-se que, além de outras iniciativas solidárias, dediquem a oração, o sufrágio e o ofertório do primeiro domingo de julho a esta finalidade e que enviem o produto desta recolha fraterna para a Cáritas Portuguesa”.
Os Bispos portugueses disseram ter acompanhado “com dor, preocupação solidária e oração a dramática situação dos incêndios que provocaram numerosas vítimas e que estão a causar enorme devastação no país”. “Partilhamos, antes de mais, a dor dos que choram os seus familiares e amigos que perderam a vida, pedindo a Deus que os acolha junto de Si”, expressam.
Além disso, os Prelados manifestam o “reconhecimento e apoio aos bombeiros, às organizações de socorro e aos numerosos voluntários, nacionais e estrangeiros, que envidam todos os esforços para salvar vidas, minorar danos e evitar a perda de pessoas e de bens, mesmo à custa de canseiras e riscos pessoais”.
Sublinham ainda que neste momento, “em cada uma das nossas Igrejas diocesanas, sentimo-nos próximos e comprometidos com a situação dramática dos que sofrem”.
Nesse sentido, recordam o trabalho das “comunidades cristãs, das Cáritas Diocesanas e da Cáritas Portuguesa, e de outras instituições eclesiais”, que buscam “providenciar meios de primeira necessidade e colaborar no ressurgir da esperança, da solidariedade e do alento para reconstruir a vida e o futuro”.
Os Bispos lembram ainda a Nota Pastoral que publicaram em 27 de abril deste ano, intitulada “Cuidar da casa comum – prevenir e evitar os incêndios”, na qual abordam este problema que se repete em Portugal.
“Estamos conscientes da necessidade de medidas mais preventivas, concretas e concertadas sobre esta calamidade que todos os anos atinge o nosso país”, afirmam.
Nesta Nota Pastoral, os Bispos ressaltaram que Portugal “tem sido de tal modo assolado por incêndios que estes se tornaram um autêntico flagelo com proporções quase incontroláveis”.
O incêndio que teve início em uma área florestal de Pedrógão Grande no sábado, 17 de junho, se alastrou para municípios vizinhos como Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos. Até o momento, foram registrados 64 mortos e mais de 160 feridos. Além disso, 150 famílias ficaram desalojadas.


Fonte: ACI Digital

PAPA NOMEIA NOVO BISPO PARA A DIOCESE VACANTE DE CAMPO MAIOR NO PIAUÍ



A Nunciatura Apostólica no Brasil comunicou nesta quarta-feira, 21 de junho, a decisão do papa Francisco em nomear novo bispo para a diocese vacante de Campo Maior, no Estado do Piauí. Trata-se do reverendo padre Francisco de Assis Gabriel dos Santos, C.Ss.R, atualmente é pároco na paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns (PE).
Nascido em 05 de fevereiro de 1968, em Esperança (PB), padre Francisco de Assis foi ordenado como sacerdote dia 22 de julho de 2000, em Esperança (PB). O religioso concluiu licenciatura em filosofia, em 1994, pelo Instituo Teológico e Pastoral e bacharelado em teologia, em 1999, pelo Instituto Teológico São Paulo, com diploma pelo Instituto Santo Anselmo, de Roma.
Padre Francisco também formou-se jornalista, em 2010, pela Universidade Católica de Pernambuco. O religioso produziu programas de rádio, entre eles, o “Caminhos da Fé”, da Rádio Olinda (PE) e a publicação Dom Helder Abrindo Caminhos.

 Fonte: CNBB

CONSELHO PERMANENTE: EM BRASÍLIA, CONSEP TRATA DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NO BRASIL

Entre os tópicos discutidos está tema central e experiências de evangelização para a Assembleia Geral (AG) dos Bispos do Brasil de 2018

Da redação, da Canção Nova Notícias com CNBB
Da manhã desta terça-feira, 20, até a quinta-feira, 22, o Conselho Permanente da CNBB está reunido em Brasília com um ampla pauta de assuntos importantes relacionados ao acompanhamento da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.
Bispos discutem ação evangelizadora da Igreja no Brasil / Foto: CNBB
Entre as principais tarefas dos bispos nesta reunião estão os seguintes assuntos: tema central e experiências de evangelização para a Assembleia Geral (AG) de 2018; avaliação da última 55ª AG; Sínodo dos bispos sobre a juventude; relatos sobre a última assembleia do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), estudo de um texto sobre a acolhida da exortação apostólica do Papa Francisco “Amoris Leatitia”, apresentação e estudo de um texto de estudo sobre Solo Urbano.
O Conselho Permanente é composto pelos presidentes e membros dos conselhos dos 18 regionais da CNBB e presidentes das comissões episcopais. Nesta reunião também estão presentes os assessores das comissões episcopais pastorais, representantes dos Organismos do Povo de Deus, além de convidados especiais, como os membros da equipe responsável pela reflexão sobre a conjuntura política e social do Brasil. Também estão presentes representantes dos organismos ligados à CNBB como a Caritas Brasileira e o Conselho Indigenista Missionário (CIMI).
Os participantes tiveram oportunidade de ampliar a pauta de estudos nestes três dias. Entre os temas apresentados no início da reunião há uma sugestão de que a CNBB faça uma proposta de um dia de oração e jejum pelo Brasil. Os bispos trabalham em sessões que ocupam os três turnos do dia. Várias sessões são realizadas na manhã, tarde e noite.

Consep

O Conselho Permanente é o órgão de orientação e acompanhamento da atuação da CNBB e dos organismos a ela vinculados, bem como órgão eletivo e deliberativo, nos limites de seu Estatuto. É constituído pela Presidência da CNBB, pelos membros das Comissões Episcopais Pastorais (Consep) e os membros eleitos dos Conselhos Episcopais Regionais (Conser).

Fonte:  Canção Nova Notícias, com CNBB

AUDIÊNCIA: É MAIS FÁCIL SER SANTO DO QUE DELINQUENTE



Cidade do Vaticano (RV) - Os santos, testemunhas e companheiros de esperança: este foi o tema da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira (21/06), na Praça S. Pedro.
 
Na penúltima audiência antes da pausa de verão, havia na Praça cerca de 15 mil fiéis, entre os quais grupos das dioceses de Bom Jesus do Gurgueia (PI), Jundiaí, São Carlos e Santo André.
A essa multidão, o Pontífice recordou os momentos na vida cristã em que invocamos a intercessão dos santos: durante o Batismo, o Matrimônio e a ordenação sacerdotal.
O Cristianismo cultiva uma incurável confiança: não acredita que as forças negativas e desagregadoras possam prevalecer. “A última palavra na história do homem não é o ódio, não é a morte, não é a guerra”, disse o Papa. Em cada momento da vida cristã, nos assiste a mão de Deus e também a discreta presença de todos os fiéis que nos precederam. Antes de tudo, a existência dos santos nos diz que a vida cristã não é um ideal inalcançável. E nos conforta: não estamos sós, a Igreja é feita de inúmeros irmãos, com frequência anônimos, que nos precederam e que, por ação do Espírito Santo, estão envolvidos nos acontecimentos de quem ainda vive aqui. Os esposos sabem que precisam da graça de Deus e da ajuda dos santos para dizer “para sempre”. “Não é como alguns dizem, 'até que o amor dure'. Para sempre ou nada. Do contrário, é melhor não se casar”, disse o Papa.
No momentos difíceis, acrescentou Francisco, é preciso ter a coragem de elevar os olhos ao céu, pensando nos muitos cristãos que passaram por atribulações. Deus jamais nos abandona: toda vez que precisarmos, virá um anjo para nos consolar. “Anjos” algumas vezes com um rosto e um coração humanos, porque os santos de Deus estão sempre aqui, escondidos no meio de nós. “Isso é difícil de entender e imaginar. Mas os santos estão presentes na nossa vida”, destacou Francisco, que concluiu:
“Que o Senhor nos doe a esperança de sermos santos. É o grande presente que cada um de nós pode dar ao mundo. Alguém poderá me perguntar: mas é possível ser santo na vida de todos os dias? Ser santo não significa rezar o tempo todo, mas fazer o seu dever. Rezar, trabalhar, cuidar dos filhos, mas fazer tudo com o coração aberto a Deus. Assim nos tornaremos santos. É possível. Não é difícil. É mais fácil ser santo do que delinquente. É possível porque o Senhor nos ajuda.”
Que o Senhor nos dê a graça de acreditar tão profundamente Nele, a ponto de nos tornar imagem de Cristo para este mundo. “Que o Senhor doe a vocês e a mim também a esperança de sermos santos.”
Ao final da catequese, o Papa concedeu a todos a sua bênção apostólica.
Presente na transmissão da Rádio Vaticano desta manhã da Audiência Geral para os meios de comunicação no Brasil o Padre Domingos Barbosa Filho, Diretor de Estudos do Pontifício Colégio Pio Brasileiro de Roma. Ele sintetizou assim a catequese do Papa Francisco…
 
(from Vatican Radio)
Fonte: Rádio Vaticano